domingo, 3 de maio de 2015

Doces Lembranças




De ti, guardo as mais doces lembranças
E o sabor dos seus ardentes beijos...
No instante que se desfez nossa aliança,
Senti no peito o mais forte dos arquejos.

Meu coração vive em perene sangria,
Sofre calado, de ti separado, sufocando
Meu viver; sem teus carinhos minha alegria
Transformou-se num triste penar, amargando

A saudade das noites de amor aquecida
Em teus braços com pleno assentimento.
Hoje no meu ninho, há espinhos e feridas.
Escrevo esses versos como um linimento

Para meu coração que ainda sofre a dor
Do afrouxamento dos laços que nos unia.
Ah! Quanto amor prometido com furor
Mas, pensando bem, tu apenas fingias.


dinapoetisadapaz




3 comentários:

  1. Que belo expressar, Diná. Mesmo o contexto sendo triste, a sua poética não perde o glamour. É sempre torturante o amor unilateral, amiga, mas a vida segue e sempre há renovadas esperanças. Parabéns e um beijo terno.

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  2. Grata pelas palavras de incentivo, Antenor. Saber-me lida por um poeta do seu quilate deixa-me por demais vaidosa. Sua visita será sempre muitíssímo bem vinda.

    Ternuras pra ti, amigo!
    Diná

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  3. Oi querida,lembranças,lembranças,quem não gosta de recordar boas e bonitas lembranças,é sempre bom termos memória de momentos bons e bonitos,beijinhos fofinhos minha querida,tudo de bom!!

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