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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Namorar



Namorar nos dias atuais é coisa brega.
“Ficar” é modismo no cotidiano do jovem.
Competição, banalização e entrega
São os valores que agradam o bicho homem.

As meninas trocaram seus trajes
Perderam o romantismo e o respeito
Não existe mais o afeto, é só ultraje
E delas, eles tiram o bom proveito

Como era gostoso:
a espera no portão,
o descompassar do coração,
o suor frio na mão,
o desejo contido de beijar,
um beijo apressado,
aquele abracinho quase malicioso!
E a espera do reencontro...

dinapoetisadapaz

12 comentários:

  1. Concordo plenamente,no meu tempo era assim,e era muito bom,todo aquele romantismo.Beijo

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  2. Era mesmo muito legal! Só o fato de poder esperar no portão já valia! Hoje nem isso, pois somos assaltadas! Linda poesia! bjs,chica

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  3. Parece que o romantismo acabou dando lugar ao imediatismo.
    Como era bom o tempo de "namorar"!
    Muitas bênçãos e amor na sua trajetória! Que os seus caminhos estejam atapetados com lindas pétalas de flores
    Um dia maravilhoso para você
    Beijos

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  4. Olha como tenho saudade do tempo que ser romântico não era caretice,que o respeito era fundamental.
    Concordo com você plenamente!
    Bjs

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  5. Oi Diná,antigamente era muito diferente,namorávamos no portão e sempre com os olhos atentos dos nossos pais.rs
    Bjs amiga.
    Carmen Lúcia.

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  6. Analise profunda em poesia da perda do romantismo pela liberação geral.
    Dirão que as coisas evoluíram, mas temo que não, mesmo sabendo das mudanças que vieram com a liberdade das meninas. Mas que era legal aquele namoro de portão, isto era.
    Bela poesia amiga.
    Abraços

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  7. Amiga venho agradecer sua visita a um dos meus blogues e comentário.
    Já me regisitei no seu. Virei sempre que possa.
    Concordo totalmente com o texto deste seu post. Eu casei em 1968
    e namorei 2 anos. E nesse tempo era realmente tudo bem diferente.
    Beijinhos, amiga.
    Irene Alves

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  8. Oi Diná,Eu era muito sapeca, namorava às vezes três de cada vez. Era uma jovem bonita e já adiantada para minha época.
    Minha mãe não deixava namorar no portão, tinha que entrar, fiquei noiva três vezes e quando casei-me de verdade, ao sair saindo pegar o ônibus me chamou e disse: o casamento não foi consumado. Não vá, eu deixo você fazer faculdade. Agora já estou velha para fazer Faculdade(23 anos), chorou e me deu uma bolsa cheia de dinheiro e disse: abre no ônibus.
    Não amava meu marido, mas prometi fidelidade e ele sabia. Depois de 15 anos ele morreu, me deixando com um filho de 2 anos. Eu voltei e me casei com 45 anos, ele era pobre, ciumento,mandão( eu o domei com educação). Aos 45 anos fui saber o que é o amor.
    Hoje ele cuida de mim....
    Se não fosse as dores, seria uma mulher plenamente feliz.
    Beijos
    Dor Ramos

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  9. Oi Diná,
    Desculpa o erro
    Sair saindo.kkkkk
    Beijos

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  10. Um poema que diz toda a verdade! Eu não sou da época que namorar era pegar na mão, rs, sou um pouquinho depois disso, uma época que não era tão inocente assim, mas havia muito respeito e romantismo. A geração "Tribalista" que dizia que namorar era beijar de língua ficou para trás quando uma multidão cantava que "a onda era namorar pelado!" Meu Deus, por isso que hoje o namoro não existe mais, as pessoas mal se conhecem e já vão pros finalmente!!! =P =P =P

    Bjs e um ótimo final de semana! =)
    Vivendo e Aprendendo
    Fotos e Prosas

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  11. Agradeço a todos que visitaram e deixaram suas considerações. Bom conhecer um pouquinho mais da Dorli e Silene. É isso meninas é a evolução do tempo, cada um com sua história, é bom ter história pra contar.
    Desejo a todos um feliz findi!
    Bjs da Diná.

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  12. Beijar a namorada na frente da mãe, era uma afronta!
    Quando a luz piscava duas vezes era para a namorada entrar e se não obedecesse ficava de castigo! rssss!
    Tempos bicudos, aqueles, Diná!
    Abraços!

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