domingo, 16 de agosto de 2015

Renasci com uma nova visão


 
Um mergulho na desilusão,
O afeto refutado,
a ternura como folhas secas
bailando ao vento,
o amor de mim fugindo,
empoeirando minhas emoções.

Soprou vento traiçoeiro,
sacudiu a relação,
o momento ficou sombrio,
o desenlace foi estarrecedor...

Quando senti que ficou apenas
a sua imagem dentro dos olhos meus,
por instantes desejei morrer.

Meu coração,
se encolerizado ou desiludido,
amargando imenso vazio,
entregou-se à redenção,
foi lacerante... Parecia ferida incurável!

O exercício do desapego,
vestiu meu ego de otimismo,
o amor próprio se fez presente,
rompi barreiras, sepultei meus limites,
surgiu um mundo colorido...
Renasci com uma nova visão.

dinapoetisadpaz


Arrogância


Tenho dó daquele pobre que por mérito ou apenas pura sorte, teve sua vida melhorada, e com isso; sua consciência bebeu o veneno da arrogância, embriagando-se de esquecimento.

Muito embora a situação econômica favoreça a prática de algumas boas ações, penso que isso não possa  servir de orgulho para esquecer as origens... 
ejo isso como uma boa dose de hipocrisia, coisa que um ser humano quando cético e de alma empobrecida torne-se incapaz de voltar-se para dentro de seu interior e refletir sobre a equidade.

Louvo os desígnios divinos quando reflito sobre a ausência de preconceito da morte, fado que afeta a todo ser vivente e iguala-nos ante a pá de terra.


dinapoetisadapaz