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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Eliana Zagui, Artista na Arte e na Vida

Veja que exemplo e força de vontade!!

Eliana Zagui faz arte com sua “limitação”
Com a boca ela escreve a sua história
Da poliomielite tornou-se portadora
Enfermidade nos dias atuais erradicada*

Desde a mais tenra infância vive no hospital
No quarto de uma UTI cresceu e se desenvolveu
Abaixo do pescoço não possui nenhum movimento
Tornou-se adolescente e mulher adulta nesse lugar

Com os lábios também pinta e dá asas a imaginação
Com o livro “Pulmão de Aço” é revelada sua biografia
Um mundo fora do convencional de uma vencedora

Mesmo na luta a felicidade para Eliana é algo natural
O talento é uma fuga do que o leito hospitalar ofereceu
Achar que temos problemas muitas vezes é um atrevimento

Frases de Eliana Zagui:
“Por mais que a vida seja difícil,ela não é impossível de viver,desde que você tenha fé em Deus.”
“Eu gosto muito de paisagem na minha arte,e uma forma d” eu fuigr daqui (hospital). Um dia eu quero sair daqui,se Deus quiser,estamos lutando para isto”.

·         Eliana é pintora,escritora e sonha em seformar em psicologia
·         Ela também tem como companheiro de leito desde a década de 70 o amigo Paulo Henrique Machado,que também sofreu de paralisia infantil e também tem uma belíssima história de vida.

·         Paulo é especilaista em artes gráficas e estuda cinema,tem objetivo de fazer uma animação sobre deficientes físicos...

·         A história de Eliana Zagui no Hospital das Clínicas desde sua mais tenra infância virou uma obra literária com o título “Pulmão de Aço, Uma Vida no Maior Hospital do Brasil” da jornalista e escritora Ana Landi

·         A jornalista Neide Duarte está fazendo um documentário sobre Eliana e Paulo

·         A poliomiliete foi parcialmente erradicada em 1989, am alguns países da América Central o vírus ainda existe. Com o risco de contagio entre os países, o vírus pode ser trazido de pessoas que vem desses países,daí a necessidade das campanhas de vacinação em massa.

·         Na foto acima Eliana na década de 70 aos  3 anos de idade quando chegou ao hospital e ao lado uma foto atual.

  Autor: Fábio Brandão Caldeira