terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Questionamento



Ando sonolenta e não é meu normal. A distância de tantas coisas e algumas pessoas parece invadir minh’ alma, mas eu reluto para não me entregar ao estado ocioso.

Gosto de acordar cedinho, me abastecer do silêncio do amanhecer, contemplar a aurora abraçando o sol, e a claridade como uma vitrine transparente irradiando a luz tão necessária para reavivar meus ânimos.
 
Tomo um café fumegante, imagino encontrar algo interessante no jornal... nada de novo, causa-me asco ler sobre violência e política, na TV, a repetição de todos os fatos.


A mídia está pobre de temas que prenda alguém diante da telinha, quanta falta de imaginação! Quantas poesias estão amarelando em prateleiras empoeiradas e que poderiam estar numa roda de leitura ali na TV, levando um conhecimento a mais a quem nunca teve a oportunidade de ler ou ouvir um poema declamado, ou, levando inspiração a um poeta transpirado.
O horripilante está no auge, aquilo que é salutar aos nossos olhos, ao coração e ao bem-estar em geral, há muito virou démodé. E enquanto nada de melhor acontece, vou passear no meu jardim onde há joaninhas e borboletas desenhando poesia colorida no ar, assim preencho o meu dia com algo útil.
dinapoetisadapaz


AGORA, NÃO DEPOIS

Bom dia amigos (as) blogueiras) compartilho a linda mensagem.


Nem cedo, nem tarde.
O presente é hoje.
O passado está no arquivo.
O futuro é uma indagação.
Faze hoje mesmo o bem a que te determinaste.
Se tens alguma dádiva a fazer, entrega isso agora.
Se desejas apagar um erro que cometeste, consciente ou inconscientemente, procura sanar essa falha sem delongas.
Caso te sintas na obrigação de escrever uma carta, não relegues semelhante dever ao esquecimento.
Na hipótese de idealizares algum trabalho de utilidade geral, não retardes o teu esforço para trazê-lo à realização.
Se alguém te ofendeu, desculpa e esquece, para que não sigas adiante carregando sombras no coração.
Auxilia aos outros, enquanto os dias te favorecem.
Faze o bem agora, pois, na maioria dos casos, “depois” significa “fora de tempo”, ou tarde demais.

 (Obra: Hora Certa - Chico Xavier/Emmanuel)