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sábado, 14 de julho de 2018

Recado ao Sol (Rondel)


Nuvens presente e céu acinzentado
Deixou a tarde modorrenta e sem cor
O sol, para o arrebol, mandou recado
Em recesso, deixo o pôr-do-sol sem fulgor

A lua que deseja um céu bordado
De estrelas, sorir da tarde incolor
Nuvens presente e céu acinzentado
Deixou a tarde modorrentae e sem cor

O dia finda triste com cara de enfado
O escuro, por sua vez causa pavor
Espero um amanhecer iluminado
Com um sol de intenso resplendor
Sem nuvens presente nem céu acinzentado

Diná Fernandes

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Tautograma em "C"


Conheci carinhoso companheiro
contou-me coisas, cativou-me
Casos conhecidos, consistentes

Conseguimos  confabular
Conversas  caprichadas
Cenas camponesas
  
Cavalheiro, caprichoso comandante
Calmamente concluiu conversas
Cativou coração
Choveu  carinho
Cantou canção
Comovida , confesso; chorei
Cupido chegou
Consolidou conquista

Coração conquistado
Casualmente confiante,
Concedeu certidão concreta
Compatibilidade concatenada.

Carências compreendidas
cálidas carícias
carinhos comedidos, concedidos
cenas corriqueiras.
Caminhemos!!

Diná Fernandes

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Luto

Amigos e  (as), bom dia!
Obrigada a todos que por aqui passaram e deixaram seu carinho
Desculpem a ausência!



Depois de uma luta severa acompanhando meu sobrinho de apenas 40 anos, acomeitodo de Cirrose e Pancreatite Crônica, ainda um tanto abalada pela sua passagem para outra dimensão, retorno ao convivio da blogosfera. Vida que segue, embora saudosa, mas não posso parar!
Que Jesus lhe acolha em seus braços.
Saudades eterna  Tetê!


sexta-feira, 29 de junho de 2018

Bom dia!


Caros amigos e (as)
ausente por uns dias, estive na capital fazendo os exames de rotina,
e por ficar em casa de familiares deixei o cel em casa pra dar uma relaxada, 
por essa razão não pude me comunicar.
Retornando hoje ao convívio. 
Deixo  flores pra perfumar o seu dia
Agradecida a todos que  por aqui passaram e deixaram seu carinho.
Bjss!


sábado, 23 de junho de 2018

Bem vindo Inverno!


Desejo a todos e todas um feliz e abençoado inverno!




E o inverno chegou
tempo bom,
roupas bonitas,
nos deixa elegantes
aumenta a disposição
o apetite também.

É hora de tirar da gaveta
Casacos, luvas e gorros
E também cachecol
Para a garganta proteger
Nós pés aquela botinha
Deixa a gente bem aquecida

Oh! Estação que me faz bem!
O frio pede bom vinho
Pede também
um gostoso fondue
seja queijo ou chocolate
na beira da lareira
o prazer é dobrado.

 Que venha manso
Regar a nossa terra
Alegrar as nossas árvores
Abastecer as reservas
Deixando água em abundância
O homem e os animais
Tamanha benção agradece!

Viva o Inverno!


Diná Fernandes




quinta-feira, 21 de junho de 2018

Plácida Tarde


Cadeira de embalo na sombra
Jardim florido povoado de borboletas
Algazarra de pássaros na tarde mansa
Com o ocaso reparto o cenário

Noite enluarada prateia o coqueiral
Céu estrelado, rede na varanda
Lembrança em nuvens, costurando
Saudades do tempo da mocidade.

É que o cristal de minh’ alma
Já não brilha como dantes,
Resta-me a vida plácida
Como o sol, diluindo-se no ocidente

Repentino frenesi excita o verbo
Enxurrada de imagens mensageira
Seduz a minha pena a escrever
Minudências jungidas ao passado


Diná Fernandes

terça-feira, 19 de junho de 2018

40º POETIZANDO E ENCANTANDO


Amiga Lourdes, só agora pude chegar com minha humilde participação
na BC, brincadeira que tanto nos nos diverte e o pensar instiga.

https://filosofandonavidaproflourdes.blogspot.com/

Minha Geometria Amorosa

Minh’alma entristecida levou-me a vagar,
Sem rumo, a intuição direcionou-me para o mar
Horas a fio fiquei a contemplar tamanha afinidade
Das ondas, que como meu coração choravam de saudade

Saudade do meu amor, e nestas horas sentidas
Ali sentada desenhei minha amargura, abatida
Num primeiro instante pensei que lavado seria
O meu coração, e minha dor ali acabaria

Engano meu, as ondas respeitosamente
Pouparam minha geometria e de jeito inteligente
Recuaram deixando intacto meu coração ferido
Tornei-me ciente  de com o mar ter aprendido

Que o amor não é panfletagem, é digno de respeito.
 Preservou meu coração com seu aquático afeto.
Deixando  íntegra  a geometria amorosa.
Quanta sensibilidade naquela onda morosa...!

Diná Fernandes