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quinta-feira, 19 de abril de 2018

O sorriso de uma estrel


Aquela estrela cadente que voava,
antes que fosse apagada
jogava sorrisos coloridos no ar.

A lua prateada
que beijava os mares,
vestiu-se de nuvens
só para não ver aquele sorriso
apagado em águas abissais.

Ah! como eu queria
ter o senso da
cumplicidade da Lua,
e o sorriso colorido
de uma estrela.

Diná Fernandes

Bom dia!






terça-feira, 17 de abril de 2018

Ouvi o tédio chorar


Dias negros vivi amargando triste escuridão
Eu imaginava lá fora um belo dia ensolarado
Aqui dentro do meu coração, alegria havia não
Malvada tristeza mantinha-me desconsolado...!

Meu jardim já não produzia mais flores
Meu olhar desbotou, tudo era sem graça
Quando me dei conta dos dias de horrores
Garimpei um novo contexto, rasguei a couraça...!

Quase carcomida, num canto qualquer
À duras penas consegui a tristeza expulsar
Rebelei-me contra o triste retroceder
Fechei as cortinas do sim, ouvi o tédio chorar...

O que era fosco em brilho foi transformado
Pude vislumbrar novas cores, voltei a sorrir
Senti uma força superior, do chão fui içado
Para o vão da liberdade, feliz eu pude ir...!

Diná Fernandes

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Trabalhando a Mente



Uns se refugiam nas palavras,
e com elas expressam as emoções
guardadas na fonte que produz a lavra;
o saber, o expressar, o sentir, as paixões...

Outros se refugiam num olhar contemplativo,
buscam organizar o pensamento
através da reflexão, é um ato comunicativo
com Deus , espírito e[ mente] é um consentimento

que o Ser se permite a um melhor conhecimento
de si, objetivando lapidar suas ações.
É um trabalho contra as leis inferiores e encharcamento
da alma pela carga de negatividade e alienações.

O ato de disciplinar-se é uma guerra necessária e benfazeja,
é um confronto com os silenciosos inimigos que estão dentro de nós
ditando mecanismos indesejados. É preciso que a mente esteja
limpa sem defeitos interiores como água cristalina que sai da foz.

Diná Fernandes



segunda-feira, 9 de abril de 2018

Fogo da poesia

Minha produção literária não é farta,
Meu linguajar nada tem de rebuscado,
às vezes é bem apreciado,
normal, impossível servir a dois deuses,
mas eu sou insistente e persistente,
e os meus versos,
são como poeira no deserto,
não se acanham,
basta um pé vento,
uma fagulha qualquer,
para acender a chama da inspiração.

Nascem do fogo da poesia, 
 com uma certeza;
meus escritos não envergonham a língua pátria.

Diná Fernandes

sábado, 7 de abril de 2018

Descaso, o retrato do nosso país



Natalidade descontrolada
População desordenada
Estatísticas furadas

Sistemas congestionados
O pobre na fila humilhado

Vida sem qualidade
Aqui e em qualquer cidade
Sofre o povo de qualquer idade

Cresce o espaço para a ignorância
Conjugado com as circunstâncias
da violência e massacres

O cidadão engaiolado
O bandido solto e folgado
dizimando vidas por puro prazer

Na prisão exige direitos
Na comida bota defeitos
tem suas regalias
e tem uma renda mensal

Desmandos de todos os lados
E sofre o povo calado

É vergonha nacional
a bala perdida que atinge inocentes
É grande a  falta de respeito
Com todo e qualquer sujeito

Diná Fernandes

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Meu quase neto Theo


01 mês de vida                                                            Hoje 02 meses
Minha sobrinha Estela, filha da minha quase filha e sobrinha Rosário  com seu bb aos 2 meses  os tios

Oh tio Jinjo , os eus já cresceram , agora curte os sobrinhos
Theo lindão, que Deus lhe cubra de bençãos.

Flamenguista não viu Theo!

Rosário, a  vovó do Theo , 
embora do outro lado do oceano, 
mas presente no coração!