Seguidores

sábado, 22 de agosto de 2015

Para um poeta triste





Quando a transpiração acontece
o poeta entristece,
E da poesia ele esquece,
Basta-lhe o canto d'um colibri
Para a inspiração lhe sorrir,
Por em seus olhos o brilho do rubi.

 É a dádiva divina que acontece,
 E de luz a tua mente abastece.
Ah! Poeta se tu soubesses,
Ou sequer entendesse,
Que o teu leitor agradece
Quando a poesia em teu coração renasce!


dinapoetisadapaz

Vamos brincar com a Chica Nº 27

Vamos brincar com a Chica Nº 27


E hoje é dia de pensar sobre a palavra que a Chica
sugere: MELHOR.


Minha Frases:

Num momento de exaltação, é MELHOR  silenciar.



Quem não conhece o ócio vive  MELHOR


Meu MELHOR presente, é ter sua amizade




dinapoetisadapaz

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Soneto Livre




A madrugada fria que aguça  minha saudade
Estampada nas paredes nuas vestidas de solidão,
Lacera o meu ser com precisão e tal impiedade
Que já não tenho mais placidez em meu coração.

Nas minhas noites notívagas e entediantes
Um dilúvio de nostalgia invade minh’ alma.
Quisera ser do amor uma boa comediante
Para suportar sua ausência com toda calma.

Cada minuto sem você se vai minha alegria
Cada amanhecer evoca lembranças nossas
Tenho fome desse amor, minha doce magia...

Sonhos e desejos desenhando sua expressão
Versos doridos escritos em horas mortas
O silêncio se desfazendo em lágrimas de paixão

dinapoetisadapaz

Fim de Caso




Quando deste por encerrado o nosso caso de amor,
Vivi o mais triste despertar, um desalento sem igual.
Foi como um céu nebuloso chovendo lágrimas de dor,
Senti um vento devastador levando teu beijo matinal.

Quanta falta eu senti do teu doce e amoroso olhar!
Foi um tempo de muitos encantos e muito amor,
Momentos de resplendores como uma noite de luar.
Hoje restam cicatrizes, mas o tempo é confortador...

Se nosso amor foi errado, e, se tudo acabou assim
De forma mal resolvida, e com sofrimento unilateral,
Eu tenho o amanhecer que me diz não ser o fim
De uma vida que o amor feriu com seu agudo punhal.

E sigo feliz, vou como as águas, sem me preocupar.
Sou senhora do meu tempo, e cultuar desenganos
Seria um novelo de linha a gradativamente desenrolar
E embaraçar meu caminho, que deseja ser livre de enganos.


dinapoetisadapaz

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Ausência


Um tanto juntinho
Aquece o coração,
Um pouco de ausência
Desperta saudade,
Pode até fragmentar o amor
Mas, evita saturação.

Um tanto juntinho
Famintos de amar.
E se o amor enjoar?
Uma dose de intermitência
Incomoda a rotina,
Aguça o desejo.

Um cadinho de saudade,
Uma vontade de abraçar,
E o teu beijo degustar.
Arde o peito
Fico quase incandescente...
É hora de corporificar.

dinapoetisadapaz


domingo, 16 de agosto de 2015

Renasci com uma nova visão


 
Um mergulho na desilusão,
O afeto refutado,
a ternura como folhas secas
bailando ao vento,
o amor de mim fugindo,
empoeirando minhas emoções.

Soprou vento traiçoeiro,
sacudiu a relação,
o momento ficou sombrio,
o desenlace foi estarrecedor...

Quando senti que ficou apenas
a sua imagem dentro dos olhos meus,
por instantes desejei morrer.

Meu coração,
se encolerizado ou desiludido,
amargando imenso vazio,
entregou-se à redenção,
foi lacerante... Parecia ferida incurável!

O exercício do desapego,
vestiu meu ego de otimismo,
o amor próprio se fez presente,
rompi barreiras, sepultei meus limites,
surgiu um mundo colorido...
Renasci com uma nova visão.

dinapoetisadpaz


Arrogância


Tenho dó daquele pobre que por mérito ou apenas pura sorte, teve sua vida melhorada, e com isso; sua consciência bebeu o veneno da arrogância, embriagando-se de esquecimento.

Muito embora a situação econômica favoreça a prática de algumas boas ações, penso que isso não possa  servir de orgulho para esquecer as origens... 
ejo isso como uma boa dose de hipocrisia, coisa que um ser humano quando cético e de alma empobrecida torne-se incapaz de voltar-se para dentro de seu interior e refletir sobre a equidade.

Louvo os desígnios divinos quando reflito sobre a ausência de preconceito da morte, fado que afeta a todo ser vivente e iguala-nos ante a pá de terra.


dinapoetisadapaz